segunda-feira, 5 de abril de 2010

Divina Misericórida

O QUE É DEVOÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA?



O testemunho de vida e a missão de Santa Faustina indicam nosso dever de proclamar e introduzir, em nossas vidas, a oração e o mistério da misericórdia.


Helena Kowaslka nasceu no ano de l905, na Polônia. Desde pequena, teve inclinação para a oração e para o trabalho. Aos vinte anos, entrou para a Congregação de Nossa Senhora da Misericórdia, na qual passou os treze últimos anos de sua vida, e passou a chamar-se, após os votos, Maria Faustina. Os anos de sua vida religiosa foram marcados por sofrimentos e, ao mesmo tempo, por graças místicas. O Senhor concedeu a ela dons extraordinários, como: visões, aparições, participação na Paixão de Cristo, união mística e o conhecimento do mistério da Sua Misericórdia. A ela o Senhor revelou: “No antigo testamento enviei ao meu povo os profetas. Hoje mando à humanidade a minha misericórdia. Não quero punir a humanidade que sofre com o pecado, mas desejo guiá-la e trazê-la ao Meu coração misericordioso”.




João Paulo II escreveu: “Cristo chamou Santa Faustina a um grande apostolado da misericórdia, em meados da Segunda Guerra mundial. Santa Faustina tinha consciência da importância da mensagem que havia recebido de Cristo, porém, não podia saber quando a mesma seria difundida no mundo. Em nossos tempos, o mundo carece da misericórdia de Deus. A mensagem é um forte chamado à confiança viva: “Jesus, eu confio em Vós”. É difícil encontrar oração mais expressiva do que esta, transmitida por Santa Faustina”.




Santa Faustina, consumida pela tuberculose, aceitou todo o seu sofrimento como sacrifício pelos pecadores. Morreu em Cracóvia, no dia 5 de outubro de l938, com 33 anos.


No segundo Domingo da Páscoa, em 18 de abril de 1993, o papa João Paulo II, na Praça de São Pedro, em Roma, a elevou à glória dos altares.



quarta-feira, 10 de março de 2010

São José!


São José
Padroeiro da Igreja Universal,dos operários, das famílias e da boa morte- festa: 19 de março e 1º. de maio (São José Operário)


Depois de Nossa Senhora, o Santo mais privilegiado por Deus é São José. Era a ele que o Filho de Deus chamava de “pai” nesta terra.
O Santo Esposo da Mãe de Deus é invocado como... ...protetor da Igreja – pois foi o pai nutrício de Jesus...protetor das famílias – pois teve a seu cuidado a Família de Nazaré ...padroeiro dos trabalhadores – pois trabalhando como carpinteiro que conseguia o sustento de sua Família ...padroeiro da boa morte – pois morreu nos braços de Jesus e Maria!
Em nosso dia-a-dia na família e no trabalho, recorramos a São José, lembremo-nos de Seu exemplo como esposo, pai, trabalhador. Peçamos Sua intercessão nas dificuldades cotidianas, pois ele conheceu as aflições de um pai que precisa manter uma família com seu trabalho.
Sendo o Pai adotivo de Jesus, São José é também Pai adotivo do Seu Corpo Místico, que são os cristãos; o Cristo total é Ele - cabeça - e nós - os Seus membros. São José ama-nos, pois, como ama a Jesus. As nossas aflições, angústias e necessidades, são as de Jesus. São José é o Padroeiro da Igreja Unversal; nenhum problema nosso, portanto, pode lhe ser indiferente. Invoquemo-lo, pois, cheios de confiança.
Não haverá morte eterna para o pecador, ainda o mais inveterado, que pedir a São José com freqüência a graça de não morrer em pecado. Sejamos, pois, fiéis às práticas em honra de São José e obteremos sua proteção. Tenhamos na nossa casa uma imagem ou um quadro de São José.


“Como é doce, calmo, sereno, suave o pensamento de São José, meu primeiro e predileto protetor” (João XIII).


“Alguns santos receberam o privilégio de nos proteger em casos particulares. A São José foi conferido o encargo de nos socorrer em toda a necessidade e em qualquer negócio: de defender, proteger e amparar com perene benevolência todos os que a ele recorrem” (São Tomás de Aquino).


“Não me lembro de ter pedido alguma graça a São José que ele não me tenha alcançado” (Santa Teresa d´Ávila).

“Os homens ignoram os privilégios que o Senhor concedeu a São José, e quanto pode sua intercessão junto a Deus. Somente no dia do juízo os homens conhecerão sua eminente santidade, e chorando amargamente por não haverem conhecido e se aproveitado deste meio tão poderoso e eficaz para sua salvação e alcançar as graças de que necessitam.”
(Nossa Senhora à Irmã Maria de Agreda)


Março Mês de São José

Gente desculpaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa por ficar sem atualizar o blog esses meses todos, mas com a Graça de Deus estamos aqui denovo, para mais um ano de Benção é dificil os dias mas Deus tem nos carregado no colo.
Então como voltei agora em março no blog quero falar um pouco de São José, um santo tanto "esquecido" na devoção popular....

Que a Graça de Deus nosso Pai rio em Misericordia no Abençoe!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O auxílio dos anjos


29 de Setembro dia dos Santos Anjos Arcanjos: Miguel, Rafael e Gabriel.


A Igreja confessa a sua fé nos anjos da guarda



O Papa Bento XVI disse que: “Eliminaríamos uma parte do Evangelho se deixássemos fora esses seres enviados por Deus, que anunciaram sua presença entre nós e que são um sinal dela”. E pediu a intercessão dos anjos “para que nos sustenham no empenho de seguir Jesus até nos identificarmos com Ele” (Zenit.org, março 2009).
A Bíblia e a Tradição da Igreja mostram amplamente que os anjos têm participação ativa na história da salvação dos homens, nos momentos em que Deus quer.
“Não são eles todos espíritos ao serviço de Deus, enviados a fim de exercerem um ministério a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”, pergunta o autor da Carta aos Hebreus, capítulo1, versículo 14.
E nisso crê e isso ensina a Igreja; sabemos que é tarefa desses seres celestes bons a proteção dos homens e a sua salvação. Diz o Salmo: “Mandou aos seus anjos que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te levarão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra” (Sl 90/91,11-12).
O próprio Jesus, falando das crianças e recomendando que não se lhes desse escândalo, faz referência aos “seus anjos” (cf. Mt 18,10). Ele atribui também aos anjos a função de testemunhas no supremo juízo divino sobre a sorte de quem reconheceu ou negou Cristo: “Todo aquele que se declarar por Mim diante dos homens, também o Filho do Homem se declarará por ele diante dos anjos de Deus. Aquele, porém, que Me tiver negado diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lc 12,8-9; cf. Ap 3,5).
Se os esses seres celestes tomam parte no juízo de Deus, logo, estão interessados pela vida do homem. Isso se pode ver também no discurso escatológico em que Jesus os faz intervir em Sua vinda definitiva no fim da história (cf. Mt 24,31; 25,31-41).
Muitas vezes, a Bíblia fala da ação dos anjos pela defesa do homem e sua salvação: o Anjo de Deus liberta os Apóstolos da prisão (cf. At 5,18-20) e antes de tudo Pedro, que estava ameaçado de morte por parte de Herodes (cf. At 12, 15-10). Guia a atividade deste a respeito do centurião Cornélio, o primeiro pagão convertido (cf. At 10,3-8. 12-13), e a atividade do diácono Filipe no caminho de Jerusalém para Gaza (cf. At 8,26-29).
Foi um anjo que encontrou Agar no deserto (cf. Gn 16); os anjos tiraram Lot de Sodoma; assim como foi um anjo que anunciou a Gedeão que devia salvar o seu povo; um anjo anunciou o nascimento de Sansão (cf. Jz 13); e o anjo Gabriel instruiu a Daniel (cf. 8,16). Este mesmo anjo anunciou o nascimento de São João Batista e a encarnação de Jesus; esses seres enviados por Deus também anunciaram a mensagem aos pastores (cf. Lc 2,9) e a missão mais gloriosa de todas, a de fortalecer o Rei dos Anjos em Sua Agonia no Horto das Oliveiras (cf. Lc 22, 43).
Os anjos estão presentes na história da humanidade desde a criação do mundo (cf. Jó 38,7); são eles que fecham o paraíso terrestre (cf. Gn 3, 24); seguram a mão de Abraão para não imolar Isaac (cf. Gen 22,11); a Lei é comunicada a Moisés e ao povo por ministério deles (cf. At 7,53); são eles que conduzem o povo de Deus (cf. Ex 23, 20-23); eles anunciam nascimentos célebres (cf. Jz 13); indicam vocações importantes (cf. Jz 6, 11-24; cf. Is 6,6); são eles que assistem aos profetas (cf. 1 Rs 19,5).
Da mesma forma que os anjos acompanharam a vida de Jesus, acompanharam também a vida da Igreja, beneficiando-a com a sua ajuda poderosa e misteriosa (cf. At 5, 18-20; 8,26-29; 10,3-8; 12,6-11; 27,23-25). Eles abrem as portas da prisão (cf. At 5, 19); encorajam Paulo (cf. At 27,23 s); levam Filipe ao carro do etíope (cf. At 8,26s), entre outros.
A Igreja confessa a sua fé nos anjos da guarda, venerando-os na liturgia com uma festa própria e recomendando o recurso à sua proteção com uma oração frequente, como na invocação do “Anjo de Deus”. São Basílio Magno, doutor da Igreja, escreveu: “Cada fiel tem ao seu lado um anjo como tutor e pastor, para o levar à vida” (cf. 5. Basilius, Adv. Eunonium, III, 1; cf.Sto. Tomas, Summa Theol. 1, q. II, a.3).
São Jerônimo, doutor da Igreja, afirmou que: "A dignidade de uma alma é tão grande, que cada um tem um anjo guardião desde seu nascimento".
A Igreja honra com culto litúrgico três anjos. O primeiro é Miguel Arcanjo (cf. Dn 10,13-20; Ap 12,7; Jd 9). O seu nome exprime a atitude essencial dos espíritos bons. “Mica-El” significa, de fato: “Quem como Deus?”. O segundo é Gabriel: figura ligada sobretudo ao mistério da encarnação do Filho de Deus (cf. Lc 1,19-26). O seu nome significa: “O meu poder é Deus” ou “poder de Deus”. O terceiro arcanjo chama-se Rafael. “Rafa-El” significa: “Deus cura”; o conhecemos pela história de Tobias (cf. Tb 12,15-20), entre outros.
O famoso Bossuet dizia que: "Os anjos oferecem a Deus as nossas esmolas, recolhem até os nossos desejos, fazem valer também diante de Deus os nossos pensamentos... Sejamos felizes de ter amigos tão prestativos, intercessores tão fiéis, intérpretes tão caridosos".
Os santos todos foram devotos desses seres celestes. Os anjos assistem a Igreja que nasce e os Apóstolos, prepararão o Juízo Final e separarão os bons dos maus. São eles que protegem Jesus na infância (cf. Mt 1, 20; 2, 13.19); são eles que O servem no deserto (cf. Mc 1, 12); e O reconfortam na agonia mortal (cf. Lc 22, 43); eles poderiam salvar o Senhor das mãos dos malfeitores se assim Cristo quisesse (cf. Mt 26, 53).
Toda a vida de Jesus Cristo foi cercada da adoração e do serviço dos anjos. Desde a Encarnação até a Ascensão eles O acompanharam. A Sagrada Escritura diz que quando Deus "introduziu o Primogênito no mundo afirmou: "Adorem-no todos os Anjos de Deus" (cf. Hb 1, 6). Alguns teólogos acham que isso motivou a queda dos anjos maus, por não aceitarem adorar a Deus Encarnado na forma humana.
A Igreja continua a repetir o canto de louvor que eles entoaram quando Jesus nasceu: "Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência divina" (cf. Lc 2, 14).
A Bíblia não só os apresenta como nossos guardiães, mas também como nossos intercessores. O anjo Rafael diz: "Ofereci orações ao Senhor por ti" (Tob 12, 12). "A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus" (Ap 8,4).
Santo Ambrósio, doutor da Igreja, declarou: "Devemos rezar aos anjos que nos são dados como guardiães" (De Viduis, IX); (cf. S. Agostinho, Contra Fausto, XX, 21).
A Igreja acredita que, no dia do batismo, cada cristão é confiado a um anjo que o acompanha e o guarda em sua caminhada para Deus, iluminando-o e inspirando-o.
Na Festa do Anjo da Guarda (2 de outubro), a Igreja põe diante dos nossos olhos o texto do Êxodo que diz:
"Assim diz o Senhor: Vou enviar um anjo que vá à tua frente, que te guarde pelo caminho e te conduza ao lugar que te preparei. Respeita-o e ouve a sua voz. Não lhe sejas rebelde, porque não suportará as vossas transgressões e nele está o meu nome. Se ouvires a sua voz e fizeres tudo o que eu disser, serei inimigo dos teus inimigos e adversário dos teus adversários. O meu anjo irá à tua frente e te conduzirá à terra dos amorreus, dos hititas, dos ferezeus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuzeus, e eu os exterminareis" (Ex 23,20-23).
Além de tudo isso, a Bíblia frequentemente mostra os poderes dos anjos na natureza, e afirma São Jerônimo que eles manifestam a onipotência de Deus (cf. S. Jerônimo, En Mich., VI, 1, 2; P. L., IV, col. 1206).

Felipe Aquino


felipeaquino@cancaonova.comProf.


Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em Blog do Professor Felipe


Site do autor: www.cleofas.com.br

Como entender Cristo na Hóstia Consagrada


Só Deus pode 'transubstanciar'

Em todo ser há um conjunto de coisas que podem mudar, como o tamanho, a cor, o peso, o sabor, etc., e um substrato permanente que, conservando-se sempre o mesmo, caracteriza o ser, que não muda. Esse substrato é chamado substância, essência ou natureza do ser. Em qualquer pedaço de pão há coisas mutáveis: a cor, tamanho, gosto, o sabor, a posição, sem que a substância que as sustenta mude; esta substância ninguém vê; mas é uma realidade. Assim, há homens de cores diferentes, feições diferentes, etc.; mas todos possuem uma mesma substância: uma alma humana imortal, que se nota pelas suas faculdades, as quais os animais não têm: inteligência, liberdade, vontade, consciência, psique, entre outros.
Quando as palavras da consagração são pronunciadas sobre o pão, a substância deste muda ou se converte totalmente em substância do Corpo humano de Jesus (donde o nome "transubstanciação"), ficando, porém, os acidentes externos (aparências) do pão (gosto, cor, cheiro, sabor, tamanho, etc.); sendo assim, sem mudar de aparência, o pão consagrado já não é pão, mas é substancialmente o Corpo de Cristo. O mesmo se dá com o vinho; ao serem pronunciadas sobre ele as palavras da consagração; sua substância se converte na do Sangue do Senhor, pelo poder da intervenção da Onipotência Divina.
Isso explica como o Corpo de Cristo pode estar simultaneamente presente em diversas hóstias consagradas e em vários lugares ao mesmo tempo. Jesus não está presente na Eucaristia segundo as suas aparências, como o tamanho ou a localização no espaço. Uma vez que os fragmentos de pão se multiplicam com a sua localização própria no espaço; assim onde quer que haja um pedaço de pão consagrado, pode estar de fato o Corpo Eucarístico de Cristo.
Uma comparação: quando você olha para um espelho, aí você vê a imagem do seu rosto inteiro; se quebrá-lo em duas ou mais partes, a sua imagem não se quebrará com o espelho, mas continuará uma imagem inteira em cada pedaço.
É preciso, então, entender que a presença de Cristo Eucarístico pode se multiplicar, sem que o Corpo do Senhor se multiplique. Isso faz com que a presença do Cristo Eucarístico possa multiplicar (sem que o Corpo d'Ele se multiplique) se forem multiplicados os fragmentos de pão consagrados nos mais diversos lugares da Terra. Não há bilocação nem multilocação do Corpo de Cristo.
O Corpo de Cristo, sob os acidentes do pão, não tem extensão nem quantidade próprias; assim não se pode dizer que a tal fragmento da hóstia corresponda tal parte do Corpo de Cristo. Quando o pão consagrado é partido, só se parte a quantidade do pão, não o Corpo de Jesus.
Assim muitas hóstias e muitos fragmentos de hóstia não constituem muitos Cristos – o que seria absurdo – , mas muitas "presenças" de um só e mesmo Cristo. Analogamente a multiplicação dos espelhos não multiplica o objeto original, mas multiplica a presença desse objeto; também a multiplicação dos ouvintes de uma sinfonia não multiplica essa sinfonia, mas apenas a presença desta.
Por essas razões, quando se deteriora o Pão Eucarístico por efeito do tempo, da digestão ou de um outro agente corruptor, o que se estraga são apenas os acidentes do pão: quantidade, cor, figura, entre outros, e nesse caso, o Corpo de Cristo deixa de estar presente sob os Véus Eucarísticos; isso porque Nosso Senhor Jesus Cristo quis que, nas espécies ou nas aparências de pão e vinho, garantir a Sua presença sacramental, e não nas de algum outro corpo.
A fé católica ensina uma conversão total e absoluta da substância do pão na do Corpo de Cristo; o Concílio de Trento rejeitou a doutrina de Lutero, que admitia a “empanação” de Cristo: empanação, segundo a qual permaneceriam a substância do pão e a do vinho junto com a do Corpo e a do Sangue de Cristo; o pão continuaria a ser realmente pão (e não apenas segundo as aparências), o vinho continuaria a ser realmente vinho (e não apenas segundo as aparências), de tal sorte que o Corpo de Cristo estaria como que “revestido” de pão e vinho. Para o Concílio de Trento e, para a fé católica, esse tipo de presença de Cristo na Eucaristia é insuficiente; é preciso dizer que o pão e o vinho, em sua realidade íntima (substância), deixam de ser pão e vinho para se tornarem a realidade mesma do Corpo e do Sangue de Cristo.
Assim como na criação acontece o surgimento de todo o ser, também na Eucaristia há a conversão de todo o ser. Essa “conversão de todo o ser” é “conversão de toda a substância” ou “transubstanciação”.
Assim como só Deus pode criar (tirar um ser do nada), só Deus pode “transubstanciar”; ambas as atividade supõem um poder infinito que só o Senhor tem.
Para entender um pouco melhor o milagre da Transubstanciação podemos dizer ainda o seguinte: No milagre da Multiplicação dos Pães, Jesus mudou apenas a espécie do pão (no caso a quantidade), mas não mudou a sua natureza, continuou sendo pão. Quando Ele fez o milagre das Bodas de Caná, mudou a natureza da água (passou a ser vinho) e mudou também a sua espécie (cor, sabor, etc); no milagre da Transubstanciação, o Senhor muda apenas a natureza do pão e do vinho (passam a ser seu Corpo e Sangue) sem mudar a espécie (cor, sabor,cheiro, tamanho, etc.).
Tudo por amor a nós; Ele, o Rei do universo, se faz pequeno, humilde, indefeso... nas espécies sagradas do pão e do vinho, para ser nosso alimento, companheiro, modelo, exemplo, força, consolação...

Felipe Aquino


Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em Blog do Professor FelipeSite do autor: www.cleofas.com.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Semana Nacional das Familias de 09 à 15 de Agosto



Ore pela sua e por todas as Familias, que precisam de paz e da presença de Deus nos lares!



Consagração das Familias.
“Sagrada Família, eu vos escolho hoje, por modelo e guia para minha família. Consagro todos os membros desta casa com tudo o que temos, somos e fazemos; todos os nossos bens, nossas alegrias e tristezas. Fazei que reine a paz verdadeira neste lar; que haja diálogo, o perdão, o respeito e a união”.
Sagrada Família brilhe hoje e sempre a luz da vossa presença, irradiando santidade a todos nós. Que amemos nossos parentes, vizinhos, profissionais que nos servem, colegas de escola e de trabalho, irmãos de comunidade, amigos e inimigos. Que eles vejam e sintam em nossa família o Amor de Deus.
Olhai Sagrada Família para nossas necessidades. Intercedei por nós, para que confiemos cada vez mais na Divina Providência, que tudo providencia para os filhos de Deus.
Enfim Sagrada Família, colocados sob a vossa poderosa proteção e benéfica influência, que os pais sejam pais como José, que as mães sejam mães como Maria e os filhos, filhos como Jesus. Assim queremos viver e um dia nos encontrar no Reino definitivo, porque hoje, livremente escolho: “EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR”. Amém!


Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José. Nossa Família Vossa é!

terça-feira, 28 de julho de 2009

II Congresso Jovem..........venham participar e louvar ao Senhor pelas suas maravilhas






taxa: R$5,oo incluindo: almoço, entrada da Cristoteca na boate entre mais
se for para lá levar colchão e objetos de Higiene Pessoal e etc...


vai ser um dia de benção e mta adoração a Deus
venham no II congresso jovem
em General Salgado!